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Como indivíduos temos nossa identidade: nosso corpo, nosso gosto, nosso costume, nosso trabalho. Temos também nossas habilidades artísticas: pintamos, cantamos, dançamos, escrevemos, refazemos o que foi feito e, com o passar do tempo, nossas criações serão recriadas, ou então se perderão no limbo, provavelmente para sempre.
Os “cri-cris” dogmáticos questionam a importância da moda ou da arte. O mundo da visão “careta” poderia ser preto e branco: só um jogo de mais ou de menos. Sem inveja, sem paixão, sem sal, sem humor, sem sensualidade, sem provocação.
Somos educados a seguir as regras, seguir o ritmo, não sair do tom, nos adequar ao que o mercado pede. Temos que nos adequar a algo que já existe. Resumo: num grande jogo de tabuleiro querem que sejamos a peça mais numerosa e de fácil substituição.
Enquanto isso artistas vivem apaixonadamente criando. Não há tempo para descanso e nem para lamento. Criar de corpo e alma é a tônica dos que se propuseram a apostar no próprio caminho e nas oportunidades que dele vieram e virão. E hoje, destacamos literalmente a união da arte com o corpo e com a alma.
















































































































































































































































































































































































































































































































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